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19 de fevereiro de 2026
E-Commerce

Guia Completo: Como Escolher a Melhor Maquininha de Cartão

Quando penso em um negócio eficiente, seguro e preparado para o que os clientes realmente desejam, logo me vem à mente um detalhe quase invisível, mas que faz toda diferença: a escolha da máquina de cartão. Quem vende sabe – seja em loja física, online, marketplaces ou redes sociais – que essa decisão afeta muito mais do que as vendas do dia. Ela influencia desde o fluxo de caixa até a confiança dos clientes. Mas, afinal, diante de tantos modelos, taxas, recursos e promessas, como decidir qual dispositivo adotar?

Com base na minha experiência acompanhando lojistas e criadores de conteúdo pela GOODDS, posso afirmar que, independentemente do porte do seu negócio, escolher o equipamento certo é como selecionar o melhor parceiro para uma jornada empreendedora de sucesso. Ao longo deste artigo, compartilho minha visão, dados recentes e exemplos reais para que você entenda como analisar todas as variáveis, indo além de taxas e marcas famosas.

Entendendo o papel das maquininhas hoje

Passar, aproximar, digitar, clicar. Eu já vi de tudo em pontos de venda. E, com os avanços tecnológicos dos últimos anos, as maquininhas deixaram de ser apenas “um aparelho para passar cartão”. Segundo estudo da Febraban e Deloitte, mesmo com a explosão das operações pelo celular, as transações físicas por cartões continuam expressivas, mantendo 13% da movimentação financeira do país em 2024. Só para dimensionar, isso significa mais de 27 bilhões de transações realizadas em maquininhas no último ano. E, nesse cenário, a necessidade de eficiência no atendimento cresce junto da expectativa de segurança.

Não são só os grandes varejistas que precisam inovar. Pequenos negócios, autônomos, prestadores de serviço e múltiplos perfis de vendedores também dependem dessas soluções de pagamento. O ponto é: para cada perfil, existe um modelo mais adequado. Não basta saber qual é a mais barata. É necessário entender quem oferece mais vantagens para o seu tipo de operação.

Vender bem começa pelo recebimento seguro e prático.

Os fatores que mais impactam a decisão

Antes mesmo de pesquisar marcas ou comparar as melhores taxas, vale olhar para dentro do seu próprio negócio. Sempre recomendo: defina claramente seu volume médio de vendas, ticket do cliente, quais bandeiras aceita e se precisa de integração com Pix e outras soluções. A escolha certa, na prática, é aquela que responde “sim” às necessidades diárias do seu fluxo de caixa.

Taxas e prazos: impactam mais do que parece

Os olhos dos empreendedores costumam ir direto para as taxas por transação. Afinal, cartões de débito, crédito à vista e parcelado possuem incidências bem diferentes entre si. Mas o que aprendi acompanhando clientes pelo GOODDS é que, além do valor, é preciso atenção ao prazo de recebimento. Quem depende de capital de giro rápido pode se beneficiar de opções com antecipação automática – mesmo pagando um pouco mais, o dinheiro na conta faz diferença.

  • Cartão de débito: geralmente com as taxas mais baixas, mas com volume menor nas vendas.
  • Crédito à vista: intermediário em termos de incidência e prazo.
  • Crédito parcelado: taxas maiores, porém muito buscado pelos clientes.

Eventualmente, costumo recomendar a leitura de conteúdos sobre venda parcelada, pois entender esse mecanismo ajuda a decidir se faz sentido assumir uma taxa maior em troca de mais vendas ou clientes mais satisfeitos.

Aceitação de bandeiras: nunca subestime as alternativas

Ter uma maquininha que limita a aceitação a poucas bandeiras é uma fonte de problemas. Quando vejo clientes reclamando de perder venda por incompatibilidade, é sinal de alerta. O recomendado é buscar aparelhos que cubram o máximo possível dos cartões tradicionais (Visa, Mastercard, Elo, Amex) e também as novas carteiras digitais.

Pagamento por aproximação: tendência que não dá para ignorar

De acordo com dados recentes da Abecs, o pagamento por aproximação já responde por 72,8% das compras presenciais com cartão no Brasil, e tudo indica que vai superar 80% das transações até o final de 2026. Assim, ao avaliar uma maquininha, certifique-se de que ela seja compatível com tecnologia NFC, fundamental para pagamentos contactless e carteiras como Apple Pay ou Google Pay.

Cliente usando pagamento por aproximação com cartão na maquininha

Suporte técnico: detalhes que evitam dores de cabeça

Imagine: a máquina trava justo em dia de movimento intenso. Isso acontece com muito mais frequência do que se pensa. Por isso, dou muito valor à qualidade do suporte. Avalie sempre:

  • Tempo de atendimento (chat, telefone, WhatsApp).
  • Se há assistência no final de semana e feriados.
  • Facilidade para troca em caso de defeito.

Muitos concorrentes conhecidos prometem atendimento rápido, mas acabam deixando clientes na mão. No GOODDS, levamos em conta recomendações reais, não apenas o que está nos comerciais.

Recursos do aplicativo: um novo padrão de controle

Os aplicativos que acompanham as maquininhas evoluíram e hoje são verdadeiras centrais de gestão. O que eu vejo como diferencial são recursos como:

  • Relatórios de vendas diárias, semanais e mensais.
  • Controle de estoque integrado (em alguns modelos).
  • Funcionalidades para enviar links de pagamento digital.
  • Possibilidade de conciliar recebíveis em conta digital própria.
  • Suporte a Pix e emissão de QR Code rápido.

Geralmente, quem se atenta a essas opções consegue otimizar a rotina – e até antecipar decisões importantes usando dados concretos do próprio negócio.

Segurança: cada vez mais relevante

Com o aumento dos golpes, como os das maquininhas adulteradas apontados em reportagens recentes, jamais oriento clientes a escolher modelos sem procedência. Atualizações frequentes, visores legíveis e dupla autenticação são itens essenciais hoje. Uma maquininha confiável protege tanto quem vende como quem compra.

A segurança não é diferencial, é pré-requisito.

Panorama do mercado: as opções mais buscadas

Com centenas de alternativas e marketing agressivo de diversos concorrentes, os principais modelos que costumo ver no cotidiano se dividem em quatro grupos:

  • Modelos básicos (sem impressão e conexão via Bluetooth)
  • Modelos intermediários (com chip próprio e bateria maior)
  • Dispositivos avançados (com impressão, conexão Wi-Fi e 4G, e recursos extras para gestão)
  • Maquininhas integradas ao smartphone (usam apenas o aparelho para processar pagamentos)

Cada tipo atende perfis diferentes. Por isso, o segredo está em alinhar necessidade e custo-benefício.

Modelos mais simples: portabilidade acima de tudo

São aquelas maquininhas sem custos de mensalidade, geralmente conectadas via Bluetooth ao celular. Lembro de um cliente iniciante que começou com esse tipo e, nos primeiros meses, se beneficiou da mobilidade e baixo investimento. Mas, ao aumentar o volume diário de vendas, passou a sentir falta de mais robustez.

  • Baixo custo inicial
  • Boa para autônomos e vendas eventuais
  • Funciona bem em feiras e eventos

Modelos intermediários: equilíbrio para o pequeno negócio

Essas versões costumam ser as favoritas de quem tem loja física de pequeno porte. Trazem chip próprio (não dependem de Wi-Fi ou celular) e bateria com autonomia para um dia inteiro. Ou seja, são o investimento ideal para quem já vende todos os dias e precisa de praticidade – imagine a tranquilidade de não depender do aparelho pessoal para as transações!

Comerciante usando maquininha de cartão em loja pequena

Equipamentos avançados: experiência profissional e agilidade

Se você busca uma experiência profissional, própria de negócios mais estabelecidos, vale o investimento extra nas unidades com impressão de comprovante e recursos de autoatendimento. Perfeita para quem tem equipe, registra mais de 30 pagamentos diários e prioriza autonomia. Bancos e grandes startups oferecem opções avançadas, mas, na minha opinião, as melhores escolhas são aquelas que entregam atualização contínua e gestão facilitada via aplicativo conectado.

Maquininhas no celular: tendência entre autônomos digitais

Nosso público de dropshipping e vendas por redes sociais acompanha o crescimento das maquininhas integradas ao smartphone. Com elas, seu próprio celular vira um terminal de pagamento, dispensando a necessidade de hardware extra. Destaco que, para esse formato, é fundamental garantir o máximo de segurança digital – inclusive, recomendo a leitura de boas práticas de segurança em pagamentos, já que a fraude digital é um risco crescente.

O impacto dos métodos de pagamento aceitos

A pergunta sobre qual máquina adotar deve considerar também as transformações culturais dos consumidores. Se até pouco tempo atrás o foco estava só no cartão de crédito ou débito, hoje, Pix e carteiras digitais são quase indispensáveis.

Pix: essencial para quem quer vender mais

Apesar do crescimento das compras por aproximação, não há como desconsiderar o impacto do Pix, sobretudo para o comércio nacional e quem vende produtos de ticket médio baixo. As melhores maquininhas já oferecem integração direta, permitindo a geração de QR Code em tempo real diretamente na tela, sem necessidade de intermediários. Esta facilidade aumenta vendas e elimina o risco de erro na digitação dos dados do recebedor.

Client paying for a beautiful bouquet of flowers

E-wallets e carteiras digitais

Eu já vi consumidores desistirem de compras por não encontrarem opção de pagamento mobile. Vale lembrar: soluções como Apple Pay, Google Pay e Samsung Pay crescem entre o público jovem e conectado. Por isso, sempre sugiro priorizar modelos compatíveis com essas carteiras.

Comparando na prática: exemplos reais de uso

Aqui, divido situações que acompanhei entre nossos clientes da GOODDS, para ilustrar como o contexto do negócio interfere na escolha:

  • Uma loja de roupas de bairro: média de 10 vendas/dia, ticket médio de R$ 120, público recorrente. Aqui, uma maquininha intermediária, com chip próprio e fácil acompanhamento pelo app, se encaixa melhor. O pagamento por aproximação é cada vez mais usado, já representando metade das vendas.
  • Autônomo (cabeleireiro ou manicure): agenda flexível, muitas vendas parceladas, baixo fluxo de caixa imediato. O recomendado é optar por dispositivo que permita antecipação do recebível parcelado com custo atrativo e boa aceitação de cartões.
  • Loja de dropshipping via redes sociais: vendas esporádicas, necessidade de integração rápida entre online e presencial, além do Pix. A solução mobile (via smartphone) pode ser ideal, desde que conte com suporte ágil e ferramentas antifraude.
  • Quiosque de alimentação em shopping: alto fluxo, vendas de baixo valor, muito pagamento por aproximação. O melhor é investir em um modelo de última geração com visor amplo, impressão rápida e fila de transações eficiente.

Cada negócio tem sua maquininha ideal. O segredo está no equilíbrio entre necessidades e custo.

Diferenças entre preços e contratos: o que considerar

O preço de uma maquininha varia de R$ 50 a R$ 800, dependendo dos recursos e da oferta. Sempre oriento analisar não apenas o valor do aparelho, mas também se exige mensalidade fixa, taxas de manutenção ou contratos de fidelidade. Na GOODDS, priorizamos flexibilidade para que o cliente não se veja “preso” a fornecedores, conseguindo migrar conforme aumentar de porte ou diversificar vendas.

  • Verifique se há taxa de adesão ou aluguel mensal.
  • Confira o custo de reposição em caso de perda ou dano.
  • Considere os serviços agregados, como conta digital gratuita.

Diferenciais do atendimento GOODDS

Ao ajudar quem está começando, o que percebo é que personalização e suporte entendendo o contexto do cliente fazem toda diferença. Diferente de concorrentes engessados, nosso diferencial é auxiliar em cada etapa, da escolha do modelo à integração com as necessidades específicas do e-commerce e varejo digital de cada perfil.

Equipe da Goodds apoiando empreendedor em dúvidas sobre máquinas de cartão

O papel das integrações: ferramentas para gestão completa

Não tenho dúvida de que o futuro dos pagamentos está nas integrações inteligentes. Os aplicativos das melhores maquininhas já permitem:

  • Exportar vendas diretamente para sistemas de gestão financeira;
  • Emitir relatórios fiscais prontos para declaração do Simples Nacional;
  • Integrar ao estoque para leitura em tempo real;
  • Emitir links de cobrança para vendas pelo WhatsApp, Instagram e demais redes sociais.

Para quem vende online, recomendo também conhecer os principais meios de pagamento e entender como alinhar a experiência presencial e digital sem perder vendas por incompatibilidade.

A professional woman using a tablet while enjoying a coffee break in a modern cafe setting

Gestão de vendas e antecipação de recebíveis

Um recurso que considero muito útil e que diferencia “aparelhos do passado” dos mais atuais é a gestão facilitada das vendas parceladas. Muitos apps já mostram exatamente quanto o vendedor tem a receber em cada data e permitem solicitar a antecipação na hora, sem burocracias. Quem entende e usa essas funções consegue planejar o caixa com mais precisão e minimizar sustos no final do mês.

Testando na prática: como evitar surpresas?

Antes de decidir, se possível, simule alguns cenários. No GOODDS, orientamos os clientes a fazer testes práticos em movimentações reais, verificando:

  • A rapidez da aprovação das vendas;
  • A estabilidade da conexão durante picos de vendas;
  • A clareza dos relatórios gerados pelos aplicativos;
  • Como funciona o suporte em horários alternativos;

É muito comum, entre concorrentes, surpresas negativas com travamentos em horários de grande movimento, o que pode custar caro para quem não tem um plano B.

Segurança: a blindagem contra fraudes e golpes

Quem acompanha o noticiário, como relata a Veja, viu que fraudes com maquininhas adulteradas aumentaram mais de 150% no último ano, lesando consumidores e empresários. Eu sempre faço questão de ressaltar que um bom equipamento precisa permitir atualizações remotas, ter visor amplo e número visível durante a digitação da senha. Além disso, funções como senha de acesso do operador e bloqueio automático após inatividade são mais que recomendadas.

Para quem opera online, vale reforçar práticas de segurança digital. Indico como leitura complementar este guia sobre chargeback. Prevenir golpes é mais barato que remediar prejuízos.

Conectividade: o ponto cego que prejudica vendas

Muitas vezes, vejo lojas e pequenos negócios falharem nas vendas não por algum defeito do aparelho, mas simplesmente pela falta de conexão de qualidade. Modelos dependentes de Wi-Fi diretamente do celular correm risco de instabilidade. Por experiência, prefiro os modelos que trazem chip próprio ou Wi-Fi dedicado.

NFC, QR Code e pagamentos smart

Modelos recentes oferecem múltiplas formas de conexão. Além do tradicional cartão com chip, é importante aceitar pagamentos via NFC (contactless), QR Code estático e dinâmico, e links de pagamento. Isso amplia o cardápio de opções e agrada todo perfil de cliente.

Maquininha de cartão exibindo símbolo NFC

Como a análise do perfil do negócio interfere na escolha?

Cada perfil exige pontos de atenção diferentes. Sempre solicito uma avaliação honesta do volume de vendas, tipo do público, necessidades logísticas e possibilidades de expansão. Negócios em crescimento podem preferir modelos intermediários, mas, se pensa em abrir mais unidades, já vale se preparar para equipamentos integrados à plataforma de gestão.

  • Lojistas de rua: priorize portabilidade, longa duração de bateria e aceitação de múltiplas bandeiras.
  • Vendedores em marketplaces: integração com plataformas digitais, link de pagamento e emissão de boletos facilitada.
  • Prestadores de serviço autônomos: taxas baixas, rapidez e disponibilidade para antecipar valores.
  • Comércio online com retirada presencial: versatilidade e possibilidade de cobrar presencial e virtualmente.

A GOODDS se diferencia nesse ponto, porque não empurra uma solução padrão, e sim orienta a personalizar para o contexto do empreendedor. Esse cuidado resulta em menos surpresas, mais vendas aprovadas e satisfação de clientes.

Resumo prático: erro comum que você deve evitar

Ao buscar “qual é a melhor maquininha de cartão”, a maioria dos empreendedores olha só para as taxas, deixando de lado a experiência real no cotidiano. Em minha vivência, o maior erro é escolher apenas pelo preço e depois sentir na pele as limitações de conectividade, mau suporte ou recursos que não atendem seu fluxo. O investimento certo é aquele que equilibra valor de compra, custo de operação, tecnologia embarcada e flexibilidade de suporte ao cliente.

Se for para gravar uma única lição deste guia, eu diria:

Não existe maquininha perfeita para todos. Existe a ideal para o seu negócio.

É exatamente essa abordagem individualizada – focada nas reais necessidades e potencial de cada empreendedor – que você encontra na GOODDS, a referência brasileira em estratégias para e-commerce, dropshipping e presença digital sólida.

Preparando o crescimento: onde entra o futuro das maquininhas?

Tenho acompanhado a rápida evolução desse mercado. As maquininhas, cada vez mais, serão centrais conectadas do seu negócio, integrando pagamentos, gestão e relacionamento com o cliente. A tendência aponta para menos burocracia, aceitação ampla de meios de pagamento e aplicativos cada vez mais completos – facilitando toda rotina de gestão, inclusive para quem atua em múltiplos canais.

E como vimos ao longo deste artigo, escolher não é apenas questão de economia imediata. É visão estratégica para simplificar vendas, proteger dados e aproximar sua marca do consumidor moderno.

Conclusão: sua escolha define seu futuro

Chegando ao final deste guia, posso afirmar – e vejo isso todos os dias apoiando empreendedores com a equipe da GOODDS – que investir tempo na análise cuidadosa do seu perfil, aliado a bons parceiros e tecnologia atual, é o melhor caminho para potencializar resultados. Não caia na cilada de olhar apenas a taxa. Procure suporte, segurança, eficiência e compatibilidade real com as expectativas do seu público.

Se quiser dar seu próximo passo rumo a vendas mais profissionais e tranquilas, recomendo conhecer melhor os serviços oferecidos pela GOODDS – referência no auxílio a pequenos negócios, e-commerces e dropshippers de todo o Brasil. Sinta-se à vontade para consultar nossos especialistas e transformar sua experiência de pagamento em um diferencial competitivo.

Perguntas frequentes sobre maquininhas de cartão

Qual a maquininha de cartão mais recomendada?

Não existe uma maquininha que seja a melhor para todos, e sim a mais adequada ao perfil e necessidades do seu negócio. Modelos intermediários com chip próprio, aceitação ampla de bandeiras, pagamento por aproximação e integração com Pix são os mais procurados por lojistas que buscam praticidade e confiabilidade. Para autônomos e iniciantes, as versões portáteis, conectadas ao celular, podem ser mais vantajosas no começo. O importante é que o aparelho escolhido traga suporte de qualidade e recursos de gestão eficientes, como você encontra na GOODDS.

Como escolher a melhor máquina de cartão?

A escolha depende do volume de vendas, ticket médio, aceitação de bandeiras necessárias, expectativa de suporte e recursos extras (como Pix, NFC, links de pagamento e gestão financeira integrada). Avalie também os prazos e taxas recebidas, se o equipamento requer mensalidade, o nível do suporte técnico e a experiência de uso do aplicativo. Teste o aparelho antes, simule diferentes cenários e conte com especialistas de confiança para orientar sua decisão, como fazemos na GOODDS.

Vale a pena comprar maquininha de cartão?

Comprar uma maquininha de cartão vale a pena para quem quer ampliar vendas, oferecer mais opções ao cliente e ter mais segurança na gestão do dinheiro. Ela reduz riscos, evita inadimplência e acompanha os avanços nas formas de pagamento mais exigidas no Brasil, como Pix e NFC. Mesmo para quem vende online, ter a opção do presencial pode elevar faturamento e profissionalismo.

Onde encontrar maquininhas de cartão confiáveis?

Você encontra maquininhas confiáveis diretamente em empresas reconhecidas pelo mercado, como as parceiras e opções recomendadas pela GOODDS. Evite aparelhos de procedência duvidosa, comprados de terceiros ou de vendedores não certificados, pois aumenta o risco de problemas e fraudes. Priorize a compra em canais oficiais, que oferecem garantia, suporte diferenciado e atualização tecnológica constante.

Quanto custa uma máquina de cartão boa?

O preço de uma máquina de cartão varia conforme o modelo e os recursos disponíveis, ficando normalmente entre R$ 50 e R$ 800. Os modelos de entrada são mais acessíveis e indicados para quem está começando ou vende esporadicamente. Já os modelos profissionais, com impressão e integrações avançadas, custam mais caro mas entregam mais benefícios e controle ao empreendedor. Lembre-se de considerar também as taxas por venda e eventuais mensalidades antes de decidir.

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