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20 de janeiro de 2026
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Marketplace: Como Vender e Potencializar Suas Vendas Online

Confesso que, nos meus anos acompanhando o universo do comércio digital, poucos temas geram tantas dúvidas e oportunidades quanto o conceito de marketplace. Muitas pessoas confundem, acham que é sinônimo de e-commerce ou até mesmo uma etapa para quem já tem loja. Mas, sinceramente, vejo que entender como funcionam os marketplaces é o divisor de águas para quem quer vender e crescer de verdade no ambiente online.

Minha intenção aqui é mostrar, com base em minha trajetória, experiências práticas, pesquisas recentes e exemplos aplicáveis, o caminho para atuar nos principais marketplaces do Brasil e do mundo, destacando como esse modelo se tornou imprescindível para lojistas, empreendedores digitais e quem deseja fortalecer a marca. E, claro, sem deixar de lado a atuação pioneira da GOODDS para te ajudar nesse processo.

O que é marketplace e por que ele se destaca no comércio online?

Marketplace, para mim, é muito mais do que uma vitrine digital. Trata-se de um ambiente online que conecta vendedores e compradores, permitindo que diversos lojistas e marcas ofertem seus produtos dentro de uma mesma plataforma. O grande destaque desse modelo está em seu alcance imediato, na confiança transmitida ao consumidor e no potencial para iniciar ou escalar vendas sem a necessidade de um website próprio.

Em contraponto ao e-commerce tradicional, onde a empresa administra diretamente sua própria loja virtual e sua plataforma, o marketplace atua como um intermediador entre as partes. Grandes portais, como Mercado Livre, Americanas, Magalu, Amazon Brasil, entre outros, se transformaram em pontos de partida para a maioria dos consumidores – reflexo do crescimento de 3% do setor em 2022, segundo dados da ABComm.

Um marketplace cria atalhos para quem quer vender.

Enquanto no e-commerce próprio, você precisa investir em tráfego, confiança e tecnologia, no universo dos marketplaces, boa parte desse trabalho já foi construída anteriormente pelo gestor da plataforma. Ou seja, você usa uma base consolidada de visitantes, recursos, segurança em pagamentos e infraestrutura logística – uma espécie de “aluguel de um shopping center digital”.

Principais modelos de marketplace

Durante minhas consultorias, notei que nem todos percebem a pluralidade de modelos de marketplace. Eles variam conforme o público envolvido:

  • B2C (Business to Consumer): Empresas vendem diretamente ao consumidor final; é o formato mais frequente no Brasil, presente em plataformas como Magalu, Mercado Livre e Amazon.
  • C2C (Consumer to Consumer): Consumidores comercializam entre si, como acontece em segmentos de usados (Ex: OLX ou Enjoei).
  • B2B (Business to Business): Empresas negociam com outras empresas, geralmente no atacado, como ocorre na plataforma B2B do Mercado Livre.

Cada um desses formatos tem suas especificidades. Gosto de destacar que o mais relevante é saber identificar seu perfil e o perfil do seu público para decidir qual modelo adotar ao iniciar suas vendas.

Perfis atuantes no marketplace

No dia a dia, os papéis dentro de um marketplace ficam bem definidos:

  • Gestores do marketplace: responsáveis pelas regras de uso, cobrança de comissões, infraestrutura, atendimento na plataforma e publicidade.
  • Lojistas/sellers/parceiros: quem publica produtos, define preços, estipula condições de entrega, faz a gestão dos pedidos e do relacionamento pós-venda.
  • Consumidores: quem procura, analisa, compara e concretiza as compras de produtos diversos, confiando nos recursos de avaliação, garantia e suporte.

Ao interagir com todos esses perfis, percebo que o papel do lojista é estratégico. Cabe a ele apresentar boas ofertas, descrever produtos com clareza, cuidar da reputação e prestar um atendimento diferenciado. E, nesse ponto, a GOODDS se destaca por oferecer recursos voltados à capacitação e personalização do suporte ao lojista.

Diferenças entre marketplace e e-commerce tradicional

Essa é uma dúvida recorrente quando converso com lojistas em eventos ou mentorias: “Afinal, devo ter uma loja própria ou vender em marketplaces?” Para responder, costumo apresentar as distinções mais relevantes entre os modelos.

Operação e investimento

No e-commerce tradicional, você monta toda a operação ao seu gosto: define a plataforma, constrói a identidade visual, personaliza a experiência de compra e faz os investimentos em marketing, logística e tecnologia. Já nos marketplaces, o ambiente já está estruturado, o que acelera o processo de início das vendas e reduz custos iniciais.

Por outro lado, entendo que você perde certo grau de controle sobre a apresentação da marca e produtos.

Audiência imediata

Vender por conta própria implica em trabalhar arduamente para atrair clientes de modo orgânico ou investindo em anúncios. Nos marketplaces, a audiência já existe. São milhões de consumidores buscando, diariamente, soluções para as mais variadas necessidades. Essa diferença potencializa o faturamento dos sellers desde o início.

Concorrência e diferenciação

É comum ouvir relatos de lojistas preocupados com a concorrência intensa dentro das plataformas de marketplace. E com razão: como não há barreiras de entrada, muitos produtos similares disputam a preferência do consumidor. Por isso, focar em diferenciais como atendimento, reputação e eficiência logística faz toda a diferença.

Inclusive, costumo recomendar a leitura sobre marketplace vs e-commerce, pois traz pontos valiosos para quem está indeciso sobre qual caminho seguir. Muitas vezes, a resposta está em combinar as estratégias – mas sempre considerando o seu perfil e o nível de maturidade digital.

Como funcionam as plataformas de marketplace?

Quando ajudo alunos ou clientes da GOODDS a darem os primeiros passos, percebo que entender o funcionamento básico das plataformas é um alicerce indispensável. Aqui estão as principais etapas e funcionalidades do cotidiano dos sellers:

  • Cadastro: Abrir conta de vendedor e aceitar as regras da plataforma. Pode ser necessário documentar CNPJ, Inscrição Estadual, dados bancários, etc.
  • Publicação de produtos: Cadastrar títulos, descrições, imagens, preços, informações técnicas e estoque. Um cadastro rico e informativo é fundamental para converter visitas em vendas.
  • Gestão de pedidos: Quando ocorre a venda, o marketplace informa o lojista, que separa o produto, embala conforme as diretrizes e encaminha pela logística integrada ou sistema próprio.
  • Emissão de notas e faturamento: Dependendo do portal, é obrigatório emitir NF-e e atualizar as informações no painel da plataforma.
  • Repasse de valores: Após a confirmação da entrega, o dinheiro da venda é liberado ao vendedor, descontadas as taxas e comissões.
  • Atendimento ao cliente: Responder dúvidas, solucionar reclamações, acompanhar feedbacks e estimular avaliações positivas.

Vendedor gerenciando painel de marketplace em computador Cada portal tem suas particularidades, mas o roteiro geral segue essa linha. Sem esse entendimento, o risco de falhas operacionais é alto, o que impacta negativamente a reputação do vendedor e limita o crescimento da loja.

Modelos de comissão e custos operacionais

Costumo receber perguntas sobre as taxas praticadas pelos maiores portais. Os marketplaces cobram comissões sobre cada venda realizada, variando geralmente entre 10% e 20%, dependendo da categoria do produto e volume negociado. Podem haver também tarifas fixas, taxas de antecipação de pagamento, mensalidades ou custos de publicidade interna.

Importante destacar: a maioria das plataformas não exige taxa de adesão para começar a vender, o que democratiza o acesso a todo perfil de empreendedor – desde grandes varejistas até pequenos revendedores locais.

Políticas, repasses e obrigações

Durante minha atuação apoiando sellers, notei que as regras e políticas internas costumam mudar com frequência. Isso afeta desde o prazo para repasse dos valores recebidos até o modo de lidar com trocas, devoluções, prazos de entrega e comunicação com o cliente.

O segredo é ler atentamente todos os contratos e ficar atento a atualizações do portal, inclusive para evitar penalidades e suspensões de conta.

Informação salva o vendedor de muitos problemas no marketplace.

Vantagens e desvantagens de vender em marketplaces

Se fosse para resumir, eu diria que atuar em marketplaces é trocar autonomia total por facilidade, escala e menos burocracia inicial. Claro que a estratégia ideal depende do seu perfil e do seu planejamento financeiro e logístico.

Principais vantagens

  • Audiência consolidada: Você ganha visibilidade instantânea para milhares – ou milhões – de potenciais compradores diariamente.
  • Confiança do cliente: Consumidores sentem-se protegidos com garantias de entrega e intermediação de reclamações pela plataforma.
  • Facilidade no recebimento: Todo o processamento financeiro é feito automaticamente, reduzindo riscos de inadimplência e fraudes.
  • Recursos de marketing integrados: Portais oferecem ferramentas internas para promoção, destaque de produtos e análise de desempenho.
  • Redução no custo de aquisição de clientes: Sem grandes investimentos extras em publicidade e tráfego pago.
  • Entrada rápida no mercado: O tempo entre cadastramento e início das vendas pode ser questão de dias – ou até horas, em alguns casos.

Não à toa, estudos apontam que mais de 76% dos lojistas experimentam aumento efetivo das vendas ao ingressar em marketplaces.

Desvantagens principais

Apesar das vantagens, costumo sempre alertar sobre os seguintes pontos de atenção:

  • Altas comissões e tarifas: Podem corroer parte da margem de lucro, especialmente para categorias com competição acirrada.
  • Concorrência intensa: Muitos vendedores para os mesmos produtos obrigam o lojista a ser criativo no preço, descrição e atendimento.
  • Pouco controle sobre comunicação visual: Limite de personalização nas páginas e categorias dos produtos.
  • Dependência da plataforma: Mudanças repentinas nas regras, taxas ou algoritmos podem impactar sua receita da noite para o dia.
  • Gestão de reputação estrita: Reclamações e problemas podem levar a suspensões temporárias ou permanentes, dependendo do histórico do seller.

Com um olhar estratégico, vejo que esses desafios podem ser contornados com preparo e suporte especializado, algo que sempre busco fornecer aos clientes e leitores da GOODDS.

Como começar a vender em marketplaces: passo a passo prático

Nunca esquecerei a mensagem ansiosa que recebi pelo WhatsApp: “Entendi a teoria, mas qual o primeiro passo prático?” Resolvi, então, elencar aqui um passo a passo usado tanto por iniciantes quanto por quem pretende migrar para múltiplas plataformas.

1. Planejamento e escolha do canal

Antes de qualquer coisa, estude as opções do mercado, sempre atento:

  • Qual o tamanho da audiência do portal?
  • Quais categorias são permitidas?
  • Reputação do marketplace junto ao público?
  • Políticas de comissão, prazo de repasse, suporte e publicidade?
  • Encaixe com o perfil do seu produto e condições de entrega?

Não caia na armadilha de tentar entrar em todos ao mesmo tempo! O ideal é iniciar em 1 ou 2 e ir expandindo de acordo com a evolução das vendas e estrutura operacional.

Mesa com anotações e computador para planejamento de vendas 2. Cadastro do vendedor e documentação

Siga para o registro da conta, informando corretamente os dados fiscais, bancários e sociais. Os marketplaces são rigorosos quanto à veracidade dessas informações, evitando fraudes e protegendo consumidores e sellers.

3. Cadastro dos produtos

Um dos maiores diferenciais que sempre indico é caprichar no cadastro dos produtos. Foque em títulos claros, descrições completas (destaque benefícios exclusivos), imagens de qualidade e, principalmente, ficha técnica detalhada.

Não omita informações! Isso reduz devoluções, aumenta avaliações positivas e impede que a concorrência saia na frente.

4. Gestão de estoque inteligente

Atualize regularmente o estoque anunciado no marketplace. Vendas que não podem ser atendidas por falta de produto prejudicam sua reputação na plataforma, além de possivelmente bloquearem sua conta de vendedor.

Estoque controlado é sinônimo de reputação protegida no marketplace.

Ferramentas de automação, muitas delas oferecidas por projetos como a GOODDS, ajudam a manter o controle sem complicação.

5. Precificação estratégica

Minha experiência indica que o preço faz diferença, mas não vá apenas pela guerra do menor valor. Considere:

  • Custo de aquisição do produto
  • Comissões e taxas do marketplace
  • Fretes e embalagens
  • Expectativa de margens mínima
  • Valor agregado (ex: brindes, embalagem, atendimento diferenciado)

Muitas vezes, um preço intermediário com valor agregado aumenta a conversão em relação ao menor preço sem diferenciais.

6. Logística integrada e cumprimento de prazos

Logística é um dos maiores desafios dos marketplaces. Sempre recomendo integrar o negócio aos sistemas de envio do portal sempre que possível. Além de agilizar a expedição, você pode ter acesso a condições diferenciadas de frete. Caso siga com envio próprio, atente-se às etiquetas, prazos e códigos de rastreamento.

Lembre-se: atrasos e extravios impactam negativamente sua avaliação e futuras vendas.

High angle view of boxes on laptop7. Atendimento e pós-venda

Em marketplaces, o tempo de resposta à dúvida do cliente conta pontos – literalmente. Sempre oriento para ser rápido, cordial e ir além do básico. Caso enfrente reclamações, resolva diretamente no chat da plataforma, evitando que o problema vire uma reclamação pública.

O pós-venda faz toda diferença para que o cliente retorne, recomende e fortaleça sua reputação como seller.

Os principais marketplaces do Brasil: características e políticas

Já acompanhei empresas que escalaram negócios do zero apenas com a aposta inteligente nos marketplaces certos. O segredo está, justamente, em entender os diferenciais e políticas de cada opção:

  • Mercado Livre: Maior audiência da América Latina. Políticas rígidas para reputação do vendedor, integração ampla com sistemas de pagamento e logística.
  • Americanas: Público fiel e alta frequência de compras em diversas categorias. Oferece publicidade interna, logística contratada pelo portal e presença nacional marcante.
  • Magalu: Amplo alcance nacional e integração do online com lojas físicas. Programa de reputação robusto, políticas claras de repasse de valores e diferenciais logísticos para sellers.
  • Amazon Brasil: Exige padrão internacional de atendimento e logística. Ótima vitrine para produtos de alta demanda e tecnologia.
  • Via (ex-Via Varejo): Englobando marcas como Casas Bahia, Ponto e Extra, apresenta soluções integradas de logística e divulgação de produtos.
  • OLX: Vapor para C2C (usados), mas também crescente no B2C, principalmente em categorias de bens duráveis.

A cada um desses portais, há regras distintas para taxas, prazo de repasse, emissão de NF-e, formas de entrega e comunicação com o cliente. Estudar essas diferenças evita dores de cabeça e prejuízos futuros – informação disponível no painel de cada plataforma e, para conteúdos mais didáticos, em guias como os que produzo na GOODDS.

Estratégias para aumentar as vendas nos marketplaces

Para vender mais, não basta só cadastrar produtos e esperar. É preciso estratégias inteligentes e personalizadas para destacar sua loja e manter bons resultados mensais. Aqui estão algumas recomendações testadas por mim e reconhecidas entre sellers de sucesso:

Descrição de produtos: clareza, relevância e SEO

Otimizar títulos e descrições para as buscas dentro do marketplace é um fator-chave. Use termos que seu cliente realmente usa, detalhe diferenciais e responda às dúvidas que normalmente aparecem antes de comprar.

Trabalhe com imagens de alta qualidade, mostrando detalhes do produto – ângulos diferentes, uso no dia a dia, instruções e contextos práticos.

Estoques prontos, preços competitivos e promoções estratégicas

Fique atento ao movimento da concorrência. Atualize regularmente preços, estoques e, se possível, faça pequenas campanhas sazonais (Ex: descontos rápidos de domingo, frete grátis na primeira compra, cupons em datas comemorativas).

Reputação: o poder das avaliações

Estimule avaliações reais, sem forçar ou maquiar resultados. Um bom atendimento, entrega rápida e produto condizente com a descrição fazem o cliente naturalmente avaliar bem sua loja.

Em casos de feedback negativo, resolva rápido e proponha soluções pelo chat do marketplace.

Cliente avaliando vendedor em plataforma de marketplace Destaques e anúncios internos

Considere investir em campanhas pagas dentro do próprio portal. Muitas plataformas oferecem pacotes de exposição que botam o seu produto nas primeiras posições ou em banners especiais. Avalie o ROI, comece com campanhas pequenas e ajuste aos poucos.

Integração de soluções e automação

Quanto maior a operação, maior a necessidade de automatizar cadastro de produtos, atualização de estoques, faturamento e expedição. A automação é hoje considerada fator-chave para o seller lucrar mais e escalar volume de vendas. Ferramentas como ERPs integrados facilitam o controle de operações em múltiplos canais, evitando erros manuais e prejuízos por ruptura de estoque.

Um ponto em que vejo destaque na GOODDS é o suporte para quem quer integrar sistemas inteligentes e automatizar toda rotina de vendas online – inclusive com soluções de Inteligência Artificial para precificação e análise de concorrente.

Atendimento personalizado: um diferencial esquecido

Lembro sempre que, por trás de cada venda, há alguém querendo ser ouvido. Mesmo nos grandes marketplaces, investir em respostas detalhadas, pós-venda presente, mensagens personalizadas e solução rápida faz com que o cliente se transforme em propagador da sua loja.

Personalizar o atendimento em marketplaces é o grande segredo para conquistar o público em um ambiente tão competitivo.

Dicas para se destacar e vender mais

Já compilei recomendações valiosas sobre como vender melhor nesses canais no artigo 6 dicas essenciais para vender mais no marketplace. São ações simples, mas que trazem impacto concreto na taxa de conversão e no fortalecimento da reputação do seu negócio digital.

Attractive brunette young European woman artist expressing her ideas through painting, feeling happy about her occupation, enjoying process of creating something new. Art, craft and creativityIntegração de plataformas, pagamentos e logística

Por experiência própria, sei que escalar vendas em marketplaces depende da integração transparente entre cadastro de produtos, atualização de estoques, faturamento, expedição e recebimento de valores.

  • Plataformas integradoras: São sistemas que permitem gerenciar múltiplos marketplaces a partir de um só painel. Facilitam conciliação de estoques, faturamento, emissão de etiquetas e acompanhamento das vendas.
  • Soluções de pagamento: Geralmente, as plataformas de marketplace disponibilizam seus próprios sistemas, como Mercado Pago ou MagaluPay. Contudo, empresas grandes podem negociar condições ou integrar ERPs ao painel de vendas para automatizar recebimentos.
  • Logística facilitada: Os marketplaces oferecem contratos vantajosos com transportadoras, até para sellers sem grande volume. O uso do sistema de etiquetas, rastreamento e atualização de status evita muitos problemas operacionais.

Na prática, vejo muitos sellers começarem manualmente, mas migrando para ferramentas integradoras à medida que crescem. Automação e centralização das informações trazem escala real e reduzem o tempo investido em tarefas repetitivas.

Para quem busca orientações práticas, recomendo também o artigo sobre hacks para aumentar vendas online, com dicas sobre integração de ferramentas que fazem diferença.

Exemplos práticos para lojistas e empreendedores

Para não ficar só na teoria, compartilho dois exemplos resumidos de trajetórias de sellers que acompanhei de perto:

Exemplo 1: Loja de decoração personalizada

A proprietária, Dani, começou no próprio Instagram vendendo quadros feitos à mão. Enfrentou barreiras para crescer, já que a conquista de novos clientes era limitada. Com nosso apoio na GOODDS, ela abriu conta em dois grandes marketplaces. Em 3 meses, passou de 40 para 220 pedidos mensais, diversificando produtos e usando campanhas de frete grátis em datas sazonais.

Aprendeu que a personalização do atendimento era tão importante quanto a originalidade da peça.

Exemplo 2: Pequeno importador de eletrônicos

Leandro, por sua vez, vendia nomes conhecidos, mas sofria com margens baixas e concorrência direta em marketplaces. Estrategicamente, aderiu a sistemas integradores para atualizar estoque em todos os canais, negociou melhores fretes e valorizou seu pós-venda. Em pouco tempo, passou a ser referência em avaliações 5 estrelas, mesmo disputando com players maiores.

Esses casos mostram que o sucesso está menos no produto em si e mais na execução inteligente – algo buscado no dia a dia das consultorias da GOODDS, que sempre valorizam diferenciais reais e humanização do atendimento.

Empreendedor digital celebrando vendas em marketplace O que diferencia a GOODDS no mercado de marketplaces?

Ao longo desses anos, acompanhei muitos concorrentes no segmento de assessoria digital, marketplace e dropshipping. Alguns oferecem cursos genéricos, suporte limitado ou, muitas vezes, modelos engessados que não consideram a realidade de cada seller.

Na GOODDS, percebo como o atendimento personalizado se faz presente. Não se trata apenas de guias prontos, mas de acompanhamento real – desde a escolha das plataformas, até o monitoramento do desempenho, passando pela implementação de estratégias de IA para precificação e análise de tendências.

Outro ponto de excelência que presencio diariamente é a constante atualização dos materiais e a produção de conteúdo educativo. Os clientes não ficam reféns de uma estratégia pronta; o foco está no crescimento sustentável, independente do tamanho ou estágio do negócio.

Para quem deseja ampliar seu conhecimento sobre o segmento de dropshipping em particular, sugiro conferir este artigo sobre dropshipping na América Latina que traz insights práticos para impulsionar qualquer loja no digital. Assim, ajudo você a enxergar novas oportunidades mesmo nos cenários mais competitivos.

Como acompanhar tendências e garantir crescimento contínuo?

O universo dos marketplaces muda rápido. Novas ferramentas surgem, a concorrência se reconfigura e o perfil do consumidor evolui. Por isso, recomendar atualização constante nunca é exagero. Algumas ações que considero indispensáveis:

  • Estudar os relatórios de resultado do portal regularmente.
  • Estar atento a novas funcionalidades e políticas do seu canal.
  • Participar de grupos de sellers, comunidades e eventos setoriais.
  • Acompanhar conteúdos educativos, como os produzidos pela GOODDS e especialistas em comércio digital.
  • Testar periodicamente novos produtos, categorias e campanhas internas.

Esse ciclo constante de aprendizado impulsiona o crescimento do faturamento, amplia a base de clientes e reduz riscos de dependência de um único canal de vendas.

Conclusão: o marketplace como plataforma de crescimento rápido e seguro

Na minha experiência, os marketplaces revolucionaram o comércio eletrônico brasileiro. Eles transformaram a entrada no digital em uma possibilidade real para todos, do microempreendedor ao grande varejo. Dados recentes, como os R$ 135,6 bilhões movimentados em vendas em 2022, comprovam a força e a consolidação deste modelo.

Se você busca vender online, nada é tão acessível e eficaz quanto vender em marketplaces. O segredo está em estudar as opções, investir em diferenciais e buscar suporte especializado para escalar suas vendas sem abrir mão de qualidade.

Com o apoio da GOODDS, você tem acesso a conteúdo atualizado, estratégias personalizadas e suporte real para vencer os desafios do digital. Conheça o melhor marketplace para empreendedores online em 2024 e esteja sempre um passo à frente no comércio eletrônico.

Se ficou alguma dúvida, entre em contato e descubra como sua loja pode ser a próxima história de sucesso entre nossos mais de 9.000 clientes apaixonados por vender online. Aproveite a expertise da GOODDS e comece hoje mesmo!

Perguntas frequentes sobre marketplace

O que é um marketplace online?

Marketplace online é uma plataforma digital que reúne vários vendedores, de diferentes segmentos, para que possam oferecer seus produtos ou serviços a consumidores de forma centralizada. Ele funciona como um shopping virtual, onde os clientes podem comparar preços, analisar reputação dos sellers e realizar compras seguras, com a plataforma intermediando pagamentos e entregas.

Como posso vender em marketplaces?

Para vender, é necessário criar uma conta de vendedor na plataforma, seguir as regras de uso, cadastrar seus produtos com todas as informações relevantes e definir preço, estoque e formas de envio. É fundamental manter o cadastro atualizado, cumprir prazos e oferecer atendimento eficiente ao cliente. Plataformas como aquelas destacadas no artigo facilitam o início, e projetos como a GOODDS auxiliam em todo este processo.

Vale a pena vender em marketplace?

Sim, principalmente para quem deseja iniciar no comércio eletrônico ou busca aumentar a presença digital. Os marketplaces oferecem visibilidade, segurança nas transações, facilidade operacional e possibilidade de escalar vendas com baixo investimento inicial. É preciso considerar taxas e forte concorrência, mas com as estratégias certas, o retorno é bastante positivo na maioria dos casos.

Quais os melhores marketplaces para iniciar?

Entre os principais na atualidade estão Mercado Livre, Magalu, Americanas, Amazon Brasil e Via. Cada um tem sua política de comissão, logística e perfis de público distintos. Recomendo começar onde seu produto se encaixa melhor e onde você pode garantir entrega rápida e atendimento diferenciado, ampliando para novos canais conforme ganha experiência.

Como aumentar as vendas no marketplace?

Capriche na descrição dos produtos, use imagens de alta qualidade, mantenha o atendimento rápido, aposte em promoções estratégicas e invista em reputação dentro da plataforma. A automação de processos e a integração de sistemas também são diferenciais que permitem focar no crescimento. E, claro, conte com suporte profissional e educativo oferecido por projetos como a GOODDS para acelerar seus resultados.

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